segunda-feira, 25 de abril de 2016

Sinais de sangue e de leite

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a paixão que vem de dentro fala. Tu vens, eu escuto, vejo, sinto. Sinto no sangue e sinto no leite.

35 semanas, ainda não estou pronta pra deixá-lo sair. Ele pertence somente a mim. Eu queria que tudo que me trouxe ele ainda me pertencesse. Talvez eu tenha mais sangue que leite a oferecer. 

Espera um tanto mais... a vida se ajeita no nosso ritimo. Filho dessa canção, dessa dança entre sim e não... o que desorganiza, a vida, a cama... mesmo quando esta é só um colchão no chão

Porque prefiro mais uma dose das noites sem fim a fruta mordida ... mesmo te embalando na batida da rede, caso teu sono com a minha inquietação, aquela crise de ansiedade com a minha depressão.

não tenho rumo... e quem tem?
Não vim para ser acento agudo, virgula, um A craseado... sou a reticencia, o que nos dá razão.





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